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domingo, 8 de junho de 2014
Thiago Silva
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
Lira
Lira ganhou renome em suas passagens, sobretudo, pelos times cariocas do Vasco, Fluminense e ainda o Flamengo. Ao longo da sua carreira, o jogador também foi convocado para a Seleção Brasileira algumas vezes.
Revelado em 1986 pelo Vasco da Gama, teve passagens destacadas por todos os clubes pelos quais passou. No clube de São Januário, por exemplo, o ex-jogador faturou o bicampeonato estadual de 1987 e 1988 ficando até meados de 1989, de forma que não mais figurava no elenco vascaíno campeão brasileiro daquela temporada.
Do Vasco, Lira passou pela então forte Portuguesa, e posteriormente voltou ao Centro-Oeste do país, região da sua origem, para defender o Goiás Esporte Clube. Por conta de suas boas atuações, acabou recebendo a sua primeira chance de defender a Seleção Brasileira.
Em meados de 1991, transferiu-se para o Grêmio, defendendo o clube gaúcho por quase uma temporada, inclusive durante a Copa do Brasil de 1992, ocasião em que o time tricolor foi eliminado pelo seu maior rival o Internacional, que mais tarde se sagraria campeão do torneio.
Já em 1992, Lira voltaria ao Rio de Janeiro, para defender outro rival rubro-negro, desta vez o Fluminense. No clube das Laranjeiras, Lira viveu definitivamente um dos melhores momentos da sua carreira, que culminou aliás, na traumática derrota rubro-negra para o rival na final do Campeonato Carioca de 1995. admirado com o potencial do ex-jogador, o Flamengo, ainda em 1995, decidiu por comprar o seu passe, a fim de aperfeiçoar a equipe do ano do centenário, que até meados da temporada ainda não havia decolado. Também vindo do Fluminense, o Rubro-Negro já havia trazido Djair e Márcio Costa.
Lima
Ele carrega o título de ter parado um dos maiores atacantes da história do futebol. De fala mansa e bem-humorado, Lima faz questão de relembrar seus bons tempos nos gramados, como em 1995, quando, campeão carioca pelo Fluminense, foi apresentado à mídia como o zagueiro que conseguiu marcar Romário. Lembrado por sua raça, o jogador, de 35 anos e parado desde 2006, diz que ainda tem condições de jogar e sonha em voltar. Mas não quer fazer nenhuma loucura, como garante Lima, em entrevista. Para ele, que vive do aluguel de imóveis, futebol agora, só se for para ser campeão.
domingo, 25 de maio de 2014
Márcio Costa
Em clubes, começou a carreira em 1993, no Bragantino. Passou também por Fluminense, Flamengo, Corinthians, se consagrando bicampeão brasileiro e campeão do Mundial Interclubes de 2000, Brasiliense, Santa Cruz, Coritiba,Cabofriense, Olaria, Sampaio Corrêa, Campinense, Resende e São Cristóvão.
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Ronald
Lateral-direito de um time que proporcionou um dos maiores carnavais à torcida do Fluminense dentro do Maracanã, o hoje aposentado Ronald, campeão carioca em 1995 e atual coordenador técnico do América, continua se apresentando nos fins de semana, mas fora das quatro linhas. Toca repinique no Turbilhão Carioca, bloco que se apresenta em casas noturnas, grandes festas e no carnaval do Rio. O samba já corre nas veias de Ronald desde os tempos de atleta.
- Toco o repinique. O pessoal fala repique, mas o certo é repinique. Toco desde garoto, em Vista Alegre, onde fui criado. Sempre gostei. Sempre tocava nas férias. Desfilo há 16 anos na Beija-Flor e conquistei sete títulos. Sempre fui Beija-Flor - afirmou o ex-jogador, de 47 anos.
Se Ronald faz questão de beijar a camisa da azul e branco de Nilópolis, o coração dele acelera mais ainda quando a pauta é o Tricolor, principalmente em caso de alguma referência ao inesquecível Fla-Flu do dia 25 de junho de 1995.
Wellerson
Revelado nas categorias de base do Fluminense, Wellerson foi arqueiro do Tricolor das Laranjeiras de 1993 a 1997. Era o titular no Estadual de 1995 do célebre gol de Barriga. Defendeu outras equipes como o Juventude em 2000, quando o clube gaúcho disputou a Taça Libertadores da América daquele ano, além de Coritiba e Americano, dentre outros.
Só pela equipe profissional do Fluminense, Wellerson disputou 158 partidas, das quais apenas duas foram como reserva. Os números pelo Tricolor ainda incluem 68 vitórias, 45 empates e 45 derrotas, além de 173 gols sofridos (média de 1,09 gols por jogo)
Como treinador de goleiros
Depois de encerrar a carreira de arqueiro, Wellerson não abandonou sua antiga posição, literalmente. Trabalhou como treinador de goleiros em diversas equipes, como no America, na Seleção do Irã e nas divisões de base do Sendas (atual Audax-RJ), além das categorias inferiores do próprio Fluminense, que foi seu primeiro clube no cargo.
Atualmente, Wellerson é treinador de goleiros do Aris Salonica, clube da primeira divisão do Campeonato Grego, onde trabalhou ao lado de membros da comissão técnica como os brasileiros Donato e o tetracampeão Mazinho.
Sorlei
Muitos torcedores do Fluminense guardam na memória o time campeão do Campeonato Carioca de 1995, derrotando na decisão o rival Flamengo, por 3 a 2, no ano do seu centenário, com o famoso gol de barriga de Renato Gaúcho: Wellerson, Ronald, Sorlei, Lima e Lira; Márcio Costa, Ailton, Djair e Rogerinho; Renato Gaúcho e Leonardo.
No meio de tantos jogadores conhecidos, o zagueiro Sorlei buscava a sua afirmação entre os titulares do time que era comandado pelo técnico Joel Santana. Depois da lesão do titular Paulo Paiva, Sorlei foi o escolhido para atuar ao lado de Lima e ajudou o time a superar todos os obstáculos para chegar ao título contra uma equipe que era apontada como grande favorita. Afinal, no ataque rubro-negro estava o tetracampeão Romário, eleito o melhor jogador do mundo poucos meses antes.
- Aquela final não sai da minha cabeça. Foi o melhor momento na minha carreira. Lembro de todos os dias que vivi no Fluminense. A semana da decisão foi agitada. O titular era o Paulo Paiva e ele se machucou. Joel Santana perguntou para os mais experientes se me botava para jogar ou recuava o Márcio Costa, e todos apoiaram a minha escalação. Fiquei sabendo que iria atuar no domingo de manhã, no elevador do hotel que a delegação estava concentrada – lembrou Sorlei.
No meio de tantos jogadores conhecidos, o zagueiro Sorlei buscava a sua afirmação entre os titulares do time que era comandado pelo técnico Joel Santana. Depois da lesão do titular Paulo Paiva, Sorlei foi o escolhido para atuar ao lado de Lima e ajudou o time a superar todos os obstáculos para chegar ao título contra uma equipe que era apontada como grande favorita. Afinal, no ataque rubro-negro estava o tetracampeão Romário, eleito o melhor jogador do mundo poucos meses antes.
- Aquela final não sai da minha cabeça. Foi o melhor momento na minha carreira. Lembro de todos os dias que vivi no Fluminense. A semana da decisão foi agitada. O titular era o Paulo Paiva e ele se machucou. Joel Santana perguntou para os mais experientes se me botava para jogar ou recuava o Márcio Costa, e todos apoiaram a minha escalação. Fiquei sabendo que iria atuar no domingo de manhã, no elevador do hotel que a delegação estava concentrada – lembrou Sorlei.
Renato Gaúcho
Renato Gaúcho - Menos de seis meses depois de sua chegada ao clube, transformou-se numa unanimidade para os tricolores, levando o Fluminense à conquista do Campeonato Estadual de 1995. Renato levou o Fluminense à vitória nas três partidas que participou contra o Flamengo, tendo marcado gols em todas elas. O último deles, o gol do título, feito de barriga aos 42 minutos do segundo tempo de um jogo em que ao Fluminense só interessava a vitória.
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